Quinta-feira, 30 Julho

Após a determinação do governo brasileiro, na retirada do embaixador, Julio Bitelli, da Argentina, por consequência das declarações do presidente argentino, Javier Milei, contra o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes. Em reuniões, no Palácio do Planalto, foi decidido o retorno do embaixador ao país vizinho.

As declarações de Javier Milei, foi feita durante a convenção de candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência, na cidade de São Paulo, no último sábado (25), que chegou a chama Lula de “presidiário” e fez referência ao ministro como “lixo careca”.

Apesar da decisão de retorno do embaixador à Argentina, a data ainda não foi definida. Mesmo assim, o governo brasileiro reforça que o episódio não terá a gravidade minimizada e que considera inadmissível ofensas de caráter pessoal.

Após as declarações de Milei, o chanceler Mauro Vieira convocou o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Raimondi, para se posicionar contra as falas do presidente argentino.

Entre os recados enviados do Brasil às ofensas do presidente Milei, foi que ofensas pessoais a atores políticos em território brasileiro, pode ser considerado como “risca no chão” que não poderia ser ultrapassada entre os dois países.

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