Quinta-feira, 10 Setembro

A operação da Polícia Federal (PF), que aconteceu na manhã desta quinta-feira (10), após investigações apontarem um esquema de fraude de emendas parlamentares, formado por empresa que distribuíam os repasses.

A produtora, Karina Gama, do filme que conta a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, intitulado ‘Dark Horse’, e o deputado federal Mario Farias (PL-SP), estiveram envolvidos na ação. Além disso, duas entidades de Karina, foram alvos da PF, sendo eles o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Academia Nacional de Cultura (ANC).

Contudo, a empresa produtora do filme, a Go Up, não está envolvida nos mandados.

De acordo, com a decisão da PF, o dinheiro das emendas parlamentares feitas por Farias, percorria um “circuito fechado” entre empresa investigadas, para dividir os repasses e dificultar a localização dos valores.

Segundo a PF, a movimentação financeira não era compatível e nem economicamente justificadas.

“Esse circulação de recursos entre o parlamentar, a entidade executora, a empresa contratada e outra organização beneficiária não se compatibiliza com relações negociais independentes e economicamente justificadas” apontou a PF.

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