Terça-feira, 24 Março

Em uma entrevista ao jornal digital norte-americano Politico, os integrantes da Casa Branca, afirmaram que o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, como um confiável interlocutor dos Estados Unidos, como um eventual líder de um futuro governo do país com o apoio de Donald Trump.

A guerra que se estende desde do último dia 28 de fevereiro.

Segundo a publicação, dois funcionários do presidente dos Estados Unidos, Trump, que não foram identificados. Afirmaram que Ghalibaf, 64, pode ser um eventual potencial líder do Irã e parceiro em negociações para que se encerrem a disputa entre o dois países.

No entanto, a Casa Branca não deve se focar em apenas uma única pessoa. De acordo o jornal, o Governo do Estados Unidos, pretendem avaliar vários nomes, até encontrar alguém disposto a fecha acordo.

Conforme a publicação do Politico, o presidente Donald Trump não quer atacar a Ilha de Kharg, centro prolífero do Irã, porque tem esperança de o próximo líder, faça um acordo parecido com o feito com o vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, quando assumiu o poder, após a captura de Nicolás Maduro no país.

Ghalibaf nega qualquer possível acordo com EUA

Após Donald Trump, na última segunda-feira (23), dizer haver um diálogo em curso entre o seu governo e autoridades iranianas. O líder iraniano, publicou em suas redes sociais e negou qualquer haver qualquer tipo de negociação entre os países.

Segundo o analista sênior do Irã, Ali Vaez, no International Crisis Group, o iraniano é um “típico político do sistema: ambicioso e pragmático, mas fundamentalmente comprometido com a preservação da ordem islâmica no Irã”.

De acordo com isso, ele se torna um “candidato improvável” para Washington para as quaisquer situações.

“E mesmo que ele estivesse inclinado a testar os limites, o establishment militar iraniano e a elite de segurança em geral quase certamente o conteriam. Depois das ações dos EUA e de Israel, o clima em Teerã não é de flexibilidade, mas de profunda desconfiança; o sistema como um todo vê poucos motivos para acreditar que Trump ou Israel honrariam os termos de qualquer possível acordo” disse Vaez.

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