Domingo, 26 Maio

Elcy Barros, presidente do Cidadania no Amazonas, ultimo partido que Amazonino filiou-se e candidatou-se governador, falou sobre a última campanha que o político participou. Ele viu Amazonino fisicamente debilitado, mas disse que sua mente estava rejuvenescida. Sua candidatura foi vontade pessoal, nada foi imposto.

“Ele estava doente fisicamente, mas a cabeça, o pensamento de futuro era mais jovem do que a gente. Por que o Amazonino não pensava daqui a dois anos, ele pensava daqui a 30 anos”, disse Elcy.

Na última eleição para governo do Amazonas, Amazonino já estava debilitado fisicamente, mas mesmo assim insistiu na tentativa de governar o Estado. Conforme Elcy, a construção da candidatura dele deu pela vontade pessoal dele. Amazonino se sentia responsável em melhorar o Amazonas.

“O Amazonino sempre deixou claro que ele precisava de mais tempo, que ele precisa devolver o estado da melhor forma possível. E ele se sentia responsável por isso. Ele tinha algo dentro dele que transbordava, que era a política. Só que a politica dele não de interesse pessoal, era de interesse coletivo. Ele queria, mesmo com limitações físicas, sentadinho no lugar dele, conseguia coordenar e deixar esse Estado redondo”, declarou Elcy.

Elcy colocou a política de lado, para falar de Amazonino como ser humano. Segundo o presidente ele era muito inteligente, alegre e descontraído. Falava muito e sempre deixou claro que precisa de mais tempo. Ele queria formar um novo grupo para administrar o Estado e deixou claro que apostava nos jovens. Ele sempre foi democrático e dentro dos processos eleitorais nunca saiu para bater no adversário.

” Eu fui uma admirador dele desde a infância e tiver o prazer de conhecer e ele e tornar amigo. Essa pequenas coisa que a gente vai vivendo que é muito mais importante que esse circo todo político”, declarou.