2,5 toneladas de drogas, equivalente a R$ 50 milhões, misturados com material de campanha e canhotos de títulos eleitorais. O maior escândalo eleitoral do Amazonas está no colo de Maria do Carmo Seffair, Alberto Neto e Alfredo Nascimento.

O autodeclarado coordenador de campanha está preso, a droga foi apreendida, o material filmado e de posse da polícia. Resumir tudo isso a perseguição é muito pouco.

Eleitores da direita bolsonarista e a própria família Bolsonaro merecem explicação. Maria do Carmo, que se vende como nova política, defensora dos bons costumes, precisa explicar.

Alfredo Nascimento e Alberto Neto, cujo material gráfico foi pego dentro do instituto do coordenador de campanha da candidata ao Governo, também precisam se manifestar.

Sem a teoria da conspiração.

Todos no aguardo.

