A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS, teve confusão generalizada, após a aprovação da quebra de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
A confusão e o tumulto começou logo após a votação que aprovou a quebra de sigilo de Lulinha. Os governistas se direcionaram até a mesa para protestar o resultado.
Entre os parlamentares envolvidos na confusão estiveram o deputados Rogério Correa (PT-MG), o relator Alfredo Gaspar (União-AL), e ainda os deputados Evair de Melo (PP-ES) e Luiz Lima (Novo-RJ). Os quais inclusive tiveram que ser separados.
Com o tumulto, a sessão foi suspensa por alguns minutos e retomada logo depois.
Ainda foram aprovados durante a sessão, outros requerimentos relacionados ao banco Master, e assim como a quebra de sigilo bancário e fiscal da empresa.
Na mesma sessão ainda foram aprovado a convocação do ex-assessor do presidente do Senado, Davi Alcomlubre (União Brasil-PB), Gustavo Gaspar e do ex-CEO do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, para prestarem depoimentos.
O nome do filho de Lula, Fábio Luís entrou em destaque entre a oposição após a publicação de reportagens apontarem que ele teria recebido dinheiro de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.
De acordo com o relator, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), a medida se deu após a suspeita de que Lulinha teria atuado como “sócio oculto”.

