Olho por olho, dente por dente. É assim que a ausência de uma política de Segurança Pública eficaz se transformou em “arma” e em “justiça’ nas mãos da população do Amazonas.
Um pedaço de madeira, um tijolo, uma pedra nas mãos; e “sangue nos olhos”, viraram forma de defesa da própria vida.
Isso sem contar no “Tribunal do Crime”, onde criminosos matam, gravam as execuções e compartilham as imagens.
O famoso “nós é pelo certo”.
Enquanto isso, milhões e milhões escorrem pelo ralo, dinheiro público usado com o pretexto de salvar o cidadão, a cada dia mais acuado e com medo de morrer nas mãos da criminalidade.
Tudo errado.

