Depois do caso do bebê com o pescoço quebrado, agora o banheiro da maternidade virou sala de parto. Não tem ninguém no Amazonas para tomar uma providência na Saúde pública?
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Mortes por asfixia, R$ 2 bilhões para a Agir, médicos sem receber, pacientes sem atendimento, pessoas morrendo na hora do parto. É um caos generalizado.
Não é possível que não exista uma autoridade no Brasil que possa intervir nesse inferno. Isso é desumano, é desleal, é um genocídio.




